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Registro Completo |
Biblioteca(s): |
Biblioteca Rui Tendinha. |
Data corrente: |
19/01/2015 |
Data da última atualização: |
01/09/2015 |
Tipo da produção científica: |
Artigo em Periódico Indexado |
Autoria: |
VENTURA, J. A. |
Afiliação: |
Jose Aires Ventura, Incaper. |
Título: |
Taxonomia de Fusarium e seus segregados. Parte I - História, meios e procedimentos de cultivo. |
Ano de publicação: |
1999 |
Fonte/Imprenta: |
Revisão Anual de Patologia de Plantas, Porto Alegre, v. 7, n. 1, p. 271-298, 1999. |
Idioma: |
Português |
Conteúdo: |
O gênero Fusarium é um dos mais importantes na fitopatologia mundial, tendo nos últimos anos adquirido também importância devido à produção de micotoxinas responsáveis por doenças em pessoas e animais, além de algumas espécies serem responsáveis por infecções oportunistas em pessoas, principalmente naquelas com deficiência imunológica. A identificação das espécies de Fusarium é um dos primeiros passos para o seu estudo. Tradicionalmente a identificação tem sido realizada com base na morfologia, o que, no entanto, tem criado controvérsias, desde a publicação em 1935 do primeiro tratado do gênero ?Die Fusarien?, por Wollenweber e Reiking. Muitos outros sistemas têm sido propostos, tendo como base o trabalho de Wollenweber, mas nenhum deles resolveu completamente o problema da identificação das espécies. As descrições são baseadas nas condições de cultura do fungo (crescimento micelial, pigmentação, estruturas e esporulação), observações microscópicas (conidióforos, conídios e clamidosporos), odores e, mais recentemente, a produção de micotoxinas e o uso de técnicas de biologia molecular, estas tidas como importantes ferramentas auxiliares na taxonomia e caracterização dos isolados de Fusarium. Nesta revisão procurou-se fornecer subsídios para micologistas, fitopatologistas e pesquisadores interessados em Fusarium, descrevendo a história dos diferentes sistemas de taxonomia das espécies, meios e procedimentos de cultura, incluindo também as espécies relatadas no Brasil, e deixango para a parte II, a atualização do sistema e chaves para a identificação das espécies. MenosO gênero Fusarium é um dos mais importantes na fitopatologia mundial, tendo nos últimos anos adquirido também importância devido à produção de micotoxinas responsáveis por doenças em pessoas e animais, além de algumas espécies serem responsáveis por infecções oportunistas em pessoas, principalmente naquelas com deficiência imunológica. A identificação das espécies de Fusarium é um dos primeiros passos para o seu estudo. Tradicionalmente a identificação tem sido realizada com base na morfologia, o que, no entanto, tem criado controvérsias, desde a publicação em 1935 do primeiro tratado do gênero ?Die Fusarien?, por Wollenweber e Reiking. Muitos outros sistemas têm sido propostos, tendo como base o trabalho de Wollenweber, mas nenhum deles resolveu completamente o problema da identificação das espécies. As descrições são baseadas nas condições de cultura do fungo (crescimento micelial, pigmentação, estruturas e esporulação), observações microscópicas (conidióforos, conídios e clamidosporos), odores e, mais recentemente, a produção de micotoxinas e o uso de técnicas de biologia molecular, estas tidas como importantes ferramentas auxiliares na taxonomia e caracterização dos isolados de Fusarium. Nesta revisão procurou-se fornecer subsídios para micologistas, fitopatologistas e pesquisadores interessados em Fusarium, descrevendo a história dos diferentes sistemas de taxonomia das espécies, meios e procedimentos de cultura, incluindo também as espécies relatadas no Brasil, e deixa... Mostrar Tudo |
Palavras-Chave: |
Fungo; Fusarium; Taxonomia. |
Categoria do assunto: |
-- |
Marc: |
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Registro original: |
Biblioteca Rui Tendinha (BRT) |
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Biblioteca |
ID |
Origem |
Tipo/Formato |
Classificação |
Cutter |
Registro |
Volume |
Status |
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Registro Completo |
Biblioteca(s): |
Biblioteca Rui Tendinha. |
Data corrente: |
23/01/2014 |
Data da última atualização: |
14/10/2015 |
Tipo da produção científica: |
Publicação em Anais de Congresso |
Autoria: |
RONCHI, C. P.; COMÉRIO, F.; GUARÇONI M., A.; VOLPI, P. S.; COSTA, J. M.; VERDIN FILHO, A. C.; FONSECA, A. F. A. da.; DaMATTA, F. |
Afiliação: |
Cláudio Pagotto Ronchi, Incaper; Francisney Comério, CBP&D/Café/Incaper; Andre Guarçoni Martins, Incaper; Paulo Sérgio Volpi, Incaper; Jéferson M. Costa, CBP&D/Café/Incaper; Abraão Carlos Verdin Filho, Incaper; Aymbiré Francisco Almeida da Fonseca, Incaper/Embrapa Café; UFV. |
Título: |
Efeito de épocas de poda na brotação em clones de café conilon de diferentes épocas de maturação dos frutos. |
Ano de publicação: |
2007 |
Fonte/Imprenta: |
In: SIMPÓSIO DE PESQUISA DOS CAFÉS DO BRASIL, 5., 2007, Águas de Lindóia, SP. Anais... Brasília, DF: Embrapa Café, 2007. |
Páginas: |
5p. |
Idioma: |
Português |
Conteúdo: |
O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes épocas de poda, em clones de café conilon de maturação precoce, intermediária e tardia, na operação de desbrota e no crescimento dos brotos selecionados para renovação da lavoura. Utilizou-se de uma lavoura adulta, no espaçamento de 2,5 x 1,0 m, terceira colheita, sendo cada linha composta por um único clone. Os tratamentos foram dispostos no delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições. Os clones precoces foram colhidos em maio e podados em maio, junho, julho e agosto; os intermediários foram colhidos em junho e podados em junho, julho e agosto; os tardios foram colhidos em julho e podados em julho e agosto. Imediatamente após a poda, a lavoura permaneceu com 8.000 hastes produtivas por hectare (2 hastes/planta) e sem brotos. A colheita e a primeira época de poda ocorrem no mesmo dia. Em seguida, foram feitas duas desbrotas, sendo uma em outubro, aos 60 dias após a última época de poda, e outra em dezembro, aos 120 dias após a última época de poda. Avaliaram-se o tempo gasto (por pessoa) para desbrota de uma planta, a massa fresca de brotos por planta, o número de brotos por planta e o comprimento médio dos brotos. Na primeira desbrota foram selecionados (deixados) três brotos mais vigorosos em cada planta, para a renovação da lavoura. O crescimento em altura e diâmetro desses brotos foi mensurado mensalmente, de outubro a fevereiro. A poda, quando realizada imediatamente após a colheita (maio/junho), principalmente para os clones de maturação precoce, estimulou o aparecimento e crescimento antecipado dos brotos de forma que, no momento da primeira desbrota, os brotos dessas plantas apresentaram-se maiores e mais vigorosos que aqueles originados de plantas cuja poda foi tardia (julho/agosto). Entretanto, ao longo da estação de crescimento (outubro a janeiro), ocorreu crescimento compensatório dos brotos menores e, em janeiro, não mais se verificou efeito da época de poda sobre o crescimento dos brotos. A época de poda não afetou o número de brotos emitidos por planta. O tempo gasto na operação de desbrota correlacionou-se diretamente com a quantidade de brotos por planta e não com o tamanho ou vigor dos brotos. MenosO objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes épocas de poda, em clones de café conilon de maturação precoce, intermediária e tardia, na operação de desbrota e no crescimento dos brotos selecionados para renovação da lavoura. Utilizou-se de uma lavoura adulta, no espaçamento de 2,5 x 1,0 m, terceira colheita, sendo cada linha composta por um único clone. Os tratamentos foram dispostos no delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições. Os clones precoces foram colhidos em maio e podados em maio, junho, julho e agosto; os intermediários foram colhidos em junho e podados em junho, julho e agosto; os tardios foram colhidos em julho e podados em julho e agosto. Imediatamente após a poda, a lavoura permaneceu com 8.000 hastes produtivas por hectare (2 hastes/planta) e sem brotos. A colheita e a primeira época de poda ocorrem no mesmo dia. Em seguida, foram feitas duas desbrotas, sendo uma em outubro, aos 60 dias após a última época de poda, e outra em dezembro, aos 120 dias após a última época de poda. Avaliaram-se o tempo gasto (por pessoa) para desbrota de uma planta, a massa fresca de brotos por planta, o número de brotos por planta e o comprimento médio dos brotos. Na primeira desbrota foram selecionados (deixados) três brotos mais vigorosos em cada planta, para a renovação da lavoura. O crescimento em altura e diâmetro desses brotos foi mensurado mensalmente, de outubro a fevereiro. A poda, quando realizada imediatamente após a colheita (maio/junho), pr... Mostrar Tudo |
Palavras-Chave: |
Café conilon; Clones; Coffea canephora; Crescimento vegetativo; Poda. |
Categoria do assunto: |
G Melhoramento Genético |
URL: |
http://biblioteca.incaper.es.gov.br/digital/bitstream/item/322/1/simposio-pesquisa-cafes-brasil-2007-16.pdf
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Marc: |
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