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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSOARES, S. S.pt_BR
dc.contributor.authorSOARES, V. F.pt_BR
dc.contributor.authorSOARES, G. S.pt_BR
dc.contributor.authorROCHA, A. C. da.pt_BR
dc.contributor.authorMORELI, A. P.pt_BR
dc.contributor.authorPREZOTTI, L. C.pt_BR
dc.contributor.otherAledir Cassiano da Rocha, Incaper; Aldemar Polonini Moreli, Incaper; Luiz Carlos Prezotti, Incaper.pt_BR
dc.date.accessioned2015-03-13T11:47:21Z-
dc.date.available2015-03-13T11:47:21Z-
dc.date.created2007pt_BR
dc.date.issued2015-03-13pt_BR
dc.identifier.other5848pt_BR
dc.identifier.urihttp://biblioteca.incaper.es.gov.br/digital/handle/item/712-
dc.descriptionAo completar seu desenvolvimento, os frutos de café apresentam coloração vermelha ou amarela, existindo variações. Cortando-se o fruto longitudinalmente, pode-se observar a casca, o grão e um líquido mucilaginoso a ele aderido. O fruto contém a semente, usada para fazer a bebida do café. A mucilagem adere-se à casca e, em maior quantidade, ao grão. A colheita dos frutos do cafeeiro é feita manual ou mecanicamente. Quem teve oportunidade de colher café deve ter provado e apreciado o fruto dessa rubiácea. Para isso, provavelmente colheu o fruto cereja na planta e o levou à boca, pressionou-o com os dedos e os dentes, saboreou a mucilagem e descartou a casca e o grão. Para se obter uma bebida de melhor qualidade, deve-se colher os frutos no estádio cereja, identificados no café conilon pela cor vermelha. Na prática, colhem-se também frutos antes e após tal estádio. Os frutos colhidos são processados por via seca ou úmida. No processamento por via úmida, os frutos passam pelo lavador, onde são lavados e separados os bóias dos verdes e cerejas; pelo descascador, onde os cerejas são descascados e separados dos verdes, obtendo-se, assim, o cereja descascado e a casca. O cereja descascado pode passar pelo desmucilador ou pelo tanque de degomagem, onde se retira a mucilagem dos grãos. A água é o elemento condutor dos frutos na unidade processadora, e a ela se juntam resíduos dos frutos, formando a água residuária do processamento do café (Figura 1). Recentemente, foi lançada uma máquina separadora de grãos de café que não depende de água para fazer a separação dos frutos verdes, cerejas e bóias. A destinação da água residuária gerada no processamento do café por via úmida tem sido motivo de polêmicas diversas, que podem ser englobadas em duas dimensões principais, uma ambiental e outra agrícola. Ambientalmente, a água residuária é considerada um poluente, especialmente do meio aquático, enquanto na agricultura, é generalizado o preconceito de que ela queima as plantas. De fato, a água residuária pode poluir o meio aquático, bem como provocar a queima das plantas. É preciso entender por que tais problemas podem ocorrer, de modo a contorná-los. Por outro lado, a água residuária poderá vir a ser aproveitada, à medida que novos conhecimentos e tecnologias forem sendo desenvolvidos e utilizados.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherIn: FERRÃO, R. G.; FONSECA, A. F. A. da.; BRAGANÇA, S. M.; FERRÃO, M. A. G.; DE MUNER, L. H. (Ed.). Café Conilon. Vitória: Incaper, 2007.pt_BR
dc.subjectEspírito Santo (Estado)pt_BR
dc.subjectCafeiculturapt_BR
dc.subjectCafé Conilonpt_BR
dc.subjectÁguapt_BR
dc.subjectTratamentopt_BR
dc.subjectÁgua residuáriapt_BR
dc.titleDestinação da água residuária do processamento dos frutos do cafeeiro.pt_BR
dc.type--pt_BR
dc.ainfo.id5848pt_BR
dc.ainfo.lastupdate2015-03-13pt_BR
dc.ainfo.depositanteMerielem Frassonpt_BR
dc.format.extent2518-529 p.pt_BR
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